Os pênis, as rolas e as pirocas sempre estão, direta ou indiretamente, no centro das atenções. Nossa sociedade, falocêntrica como é, sempre acaba nos remetendo ao falo, ou popularmente conhecido como Pinto.

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Você sabia que foi Leonardo da Vinci que retomou o tema com vigor, ao desenhar mais de 5 mil páginas com esboços sobre o pênis? O cara dissecou cadáveres e elaborou o maior compêndio de anatomia sobre o órgão sexual masculino até então.

Seus estudos libertaram o pênis do esquecimento e desbancaram teorias furadas sobre seu funcionamento. Sei que parece impossível de acreditar, mas algumas delas afirmavam que a ereção acontecia por inflação de ar e que o falo seria ligado a uma artéria do coração que lhe daria vida.

Ou, ainda, que o sêmen escorreria da medula espinhal até a glande.

Hoje, isso parece até piada. Afinal, nunca soubemos tanto sobre o funcionamento e anatomia de nossas rolas, para nossa alegria.

Curiosidades sobre as rolas

Você conhece bem a rola que tem? Você sabia que, uma vez duro, o pênis tem pelo menos o dobro do tamanho, dez vezes mais quantidade de sangue e suporta até 5 quilos dependurados sobre ele?

O sistema é bruto e a força é potente! Você pode testar e contar pra gente se ele realmente aguenta.

rolasNa puberdade, nosso pequeno e singelo “pipi” se transforma em um imponente falo. Eis que começa nossa relação e ligação profunda com nossas rolas. O corpo reage para preparar o pênis para se tornar um órgão reprodutivo competente e competitivo.

Quando você finalmente completa, por volta ali dos 17 anos, o membro atinge a estatura, o diâmetro e o formato que você vai ostentar por aí pelo resto de seus dias.

Então, se você já passou dos 17, não adianta. Não vai mais crescer. Mas é claro, você sempre pode pesquisar por formas de aumento peniano. Confira nosso post sobre o assunto.

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No topo da maestria, a glande, ou a cabeça do pênis é envolta pela chamada pele vermelha, a mesma que reveste mamilos e lábios.

Extremamente cheia de nervos, ela confere ao local uma sensibilidade incomparável e um brilho próprio, resultado de sua superfície lisa. Uma artimanha da natureza para atrair os olhares femininos.

Se funciona ou não, a gente já não sabe…

Você conhece o santuário das rolas?

Nos fundos de um hotel de luxo chamado Swissôtel Nai Lert Park, no centro de Bangkok, na Tailândia, está localizado um santuário diferente de tudo que você já viu na vida.

rolasNão tem santos. Nem anjos. Nem mesmo uma imagem sagrada. Bom, na verdade, depende do que você considera sagrado.

Trata-se de um santuário de rolas. Um local inteiramente dedicado às mais variadas estátuas do órgão genital masculino.

A igreja se chama Chao Mae Tuptim e foi criada entre 1900 e 1925 por um milionário tailandês chamado Nai Lert. Hoje, seus netos e bisnetos cuidam dos “negócios” que ele deixou.

Os pênis, na Tailândia, significam boa sorte e garantia de fertilidade, e acredita-se, inclusive, que quem tocá-las pode ser agraciado com “eflúvios cósmicos imediatos”. Seja lá o que isso signifique.

Ali, as mulheres deixam oferendas para as rolas, pistolas e cassetes talhados em madeira e pedra, que cumprem o papel de santos. E quais são as dádivas concedidas? Engravidar, é claro.

Veja as centenas de formas diferentes de dizer: “rolas”

O órgão sexual masculino é aquele que goza (com licença do trocadilho) do maior número de nomes dentre todos as partes do corpo humano, ganhando, com apertada vantagem, apenas de sua oposição, a vagina.

São tantos os apelidos para nossas rolas, que resolvemos trazê-los para vocês. Uma espécie de cultura inútil, para você usar na mesa de bar com os amigos, tomando uma gelada e dar boas risadas.

rolasO amiguinho. O abre-alas. Anjinho barroco? Eita. Piu-piu, o pipi, a variação bingolim e pingolim, mas também bingulino e pingola, bigorrilho, tico.

Os formatos fálicos fazem a festa. Pilão. Pirulito. E atrasa-bosta? Arma-pra-boquete. Picasso. Pintinho, galo-véio. Bilau. Pinto, clássico. Torneirinha. Pirú. Pau, piça, piroca, badalo, balangandã.

Júnior, talvez Palhaço. Caceta e também cacete. Cassetete. Alavanca de Arquimedes, para quem é de cultura. Caralho, jeba, entre os amigos. Pra gata, alisa-que-cresce. O amigo. Tora, berinjela, tripé, mastro, capitão. E ainda histórico: Alexandre, o Grande. Com sua espada.

Benga, que talvez tenha vindo de bengala. Borracha, invertebrado, geringonça, chonga. Pila Murcha. E tem também os nomes próprios: Leopoldo, Roberlau, Bráulio, Olavo, Duval. E Jarbas, não podemos esquecer. E o Catatau, ficou de fora?

Possante? Cava-cova? Ou almirante? A banana é certa. Assim como chave-de-mulher. Espiga. Injeção. Linguiça. E espeto também.

Um vistoso cajado. Gurizão! O nosso amigão. O mastro ao longe. Uma bengala daquelas. Pistola vistosa.

Peru, canhão e até pepino. Ganso, nabo, tocha. Nossa ferramenta de trabalho. A tromba! Batuta.

Po, esquecemos do Geraldão! E toma-le Rola!

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