Independentemente do tempo de relação entre você e a sua gata, chega uma hora que a ideia de casar ou morar junto passa pela cabeça, não é mesmo? E não há nada de estranho nisso. Afinal, acordar sempre ao lado do seu amorzinho, dividir a rotina, os planos, os sonhos e as histórias do dia a dia parecem ser um passo importante e tentador.

casar ou morar junto

Ainda que a dúvida sempre bata – devo mesmo casar ou morar junto nesse momento? – , a gente sabe que não há nada mais bacana do que estar ao lado de alguém que se ama.

Mas uma coisa é certa: como toda importante decisão a ser tomada na vida, essa atitude exige bastante reflexão, planejamento e – muito! – diálogo entre vocês. Até porque, o que poderia ser o começo de uma fase incrível em sua vida, pode ser tornar uma tremenda dor de cabeça.

Como nós aqui do Macho de Verdade somos pessoas com certa vivência (acredite!) e que desejam sempre oferecer as melhores dicas para você, neste artigo iremos deixar claro todos os prós e contras para você escolher entre casar ou morar junto. Dando, assim, um passo a mais na relação. Também selecionamos dicas quentíssimas para você conhecer antes de escolher qualquer das opções. Bora conferir?

Casar ou morar junto, eis a questão

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Existem dois aspectos básicos que vão distinguir casar ou morar junto: os aspectos legais e os financeiros. Isso considerando que socialmente morar junto não tem sido mais um tabu. (Mas pode ser em algumas famílias, portanto essa questão também deve ser considerada.)

Se você se sente muito inseguro quanto a essa decisão e sempre adia. Se você percebe que sua parceira ainda não confia totalmente em você. Ou mesmo se você deixa tudo na mão dela, não tendo, assim, autoconfiança para expor suas próprias opiniões, temos um curso que pode te ajudar!

O Efeito Alfa é o guia passo a passo para se tornar um Macho Alfa. Um homem decidido, confiante e que inspira segurança e equilíbrio. Com essas características, qualquer decisão, seja casar ou morar junto, será mais simples de ser tomada.

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Morar junto é um tipo de união estável

Ao contrário do que algumas pessoas pensam, não há a necessidade de comprovação de nenhum período mínimo para atestar a união estável. (Assim como não há a necessidade de os companheiros viverem sob o mesmo teto).

O que se exige para o reconhecimento da união estável é somente a convivência pública do casal e a demonstração do interesse em constituir família. (O que não está necessariamente ligado com o fato de querer ou não filhos).

Ou seja, vocês podem estar em uma união estável sem que percebam isso.

Então, quais são as diferenças entre casar e morar junto, juridicamente?

Diferenças Legais

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O primeiro ponto a ser esclarecido é que a união estável não gera alteração no estado civil da pessoa.  O solteiro que decide viver em união estável permanece sendo solteiro.

Para muitos isso já parece ser um problema por ‘desmerecer’ a mudança de vida, por isso decidem casar-se para formalizar a união.

No entanto, é possível (e aconselhável) que o casal faça uma declaração de união estável, registrada em cartório.

Então você pensa: se morar junto é para ser prático, sem complicações, por que vou fazer isso? Para as garantias legais no caso de morte ou separação.

Que choque, não é mesmo?! Essas coisas não são pretendidas ou imaginadas pelos pombinhos durante a decisão de casar ou morar junto. Mas, eventualmente, podem ocorrer.

E é justamente esse “após” que dá trabalho quando o casal não tem nenhum documento que comprove a união estável.

Garantias são necessárias

Existem muitos casos de dissolução de união em que o companheiro se recusa a partilhar os bens e então a outra parte deve provar a união estável. Mesmo com testemunhas e provas, o direito pode levar anos para ser reconhecido.

Quando alguém falece, o problema fica maior ainda por envolver vários membros da família. Pois, os bens do falecido são transferidos aos seus herdeiros.

E a grande diferença é que o cônjuge é “herdeiro necessário”, aquele que deve obrigatoriamente participar da partilha, já o companheiro de união estável, não.

Então, pode acontecer de o testamento não constar o companheiro da união estável. Ou também, no caso de não haver inventário de bens, a família do falecido tomar posse dos bens do casal. Revoltante, não?

Um outro direito que é garantido por lei ao cônjuge, mas não é garantido ao companheiro de união estável, é o direito de moradia. Ele garante que o cônjuge viúvo permaneça morando no imóvel em que o casal viva juntos.

Saindo dos aspectos legais, vamos às finanças.

Diferenças financeiras

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Um dos empecilhos para se casar é o custo alto. Em geral, gasta-se vários meses do salário de ambos para fazer a festa. Ou mesmo somente a cerimônia com fotografia, ornamentação e mil outros detalhes.

E mesmo se vocês já decidiram se casar, morar juntos permite que vocês possam estabelecer metas financeiras para a cerimônia, a recepção de casamento. Como também metas para o futuro de ambos (que é mais importante que o dia do casamento).

Morar junto possibilita a um casal se conhecer mais profundamente e, além disso, se estabelecer financeiramente antes de firmar uma união oficial. Seja ela só no civil ou numa cerimônia religiosa também.

Alguns chegam a tratar esse juntar os panos como um teste para perceber a conexão do casal antes de ‘se amarrar’ formalmente com o casamento. E realmente isso pode ser uma boa estratégia para muitos casais. Até porque, é mais simples vender o apartamento em que vocês moravam e seguir separados, no caso de morar junto, do que lidar com o desgaste de um divórcio.

Mas nós acreditamos que, muito além de um teste, casar ou morar junto são escolhas diferentes para um mesmo propósito: partilhar juntos de uma vida comum e íntima.

Antes de juntar as escovas

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Bom, após conhecer as diferenças e definir se vão casar ou morar junto, vocês devem conhecer previamente algumas informações. A mudança de vida envolvida é muito grande. Portanto, não pensem que é um passo sem consequências! Conversem, planejem-se e entendam que vocês vão entrar em outro mundo: o mundo do outro.

 Intimidade requer convivência

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Independentemente se vocês optarem por casar ou morar junto, a convivência irá gerar certos estranhamentos. Assim como você tem os seus hábitos e costumes, a sua parceira tem um jeito único de ser. Conviver é acabar descobrindo que a forma de apertar a pasta de dente ou até ou o jeito de fazer o café podem ser diferentes entre vocês.

Vale lembrar, também, que ter essa convivência significa ver a sua gata como um ser humano normal. Portanto, ela usa o banheiro, arrota, peida e, às vezes, não vai ter tempo de se depilar durante a semana, por exemplo. Mas isso não significa que ela vai se tornar menos feminina ou mulher.

Viver lado a lado também significa descobrir o jeito que ela gosta do pão com manteiga pela manhã, saber quando ela teve um dia estressante no trabalho mesmo que não diga isso para você com palavras. Descobrir que ela fica linda com aquele pijaminha velho e pode ser até mais divertida agora que vocês tem mais liberdade.

Convivência requer intimidade e a necessidade de conhecer lados mais densos do outro, suas manias e desejos. Suas qualidades e defeitos. Por isso, orientamos que você imagine como seria essa relação cotidiana.

Está preparado para dividir o colchão e o cobertor todos os dias com alguém?

Planejamento Financeiro

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Serve para quem escolheu a primeira ou a segunda opção entre casar ou morar junto. Algum de vocês tem casa ou apartamento próprio? Caso não tenham, devem pensar se vão dividir a prestação de um financiamento ou a mensalidade do aluguel do futuro cafofo.

As despesas mensais como água, luz e telefone também devem ser avaliadas. Afinal, será tudo dividido entre vocês? Os dois possuem trabalho fixo?

Parece meio chato dizer isso, mas a questão é séria. Para se ter uma ideia, pesquisas apontam que assuntos relacionados ao dinheiro são um dos maiores motivos de separação no mundo, perdendo apenas para a infidelidade.

Mas como todos nós sabemos, “as coisinhas bobas” que vão acumulando devem estar na terceira posição de motivos de separação.

Inclusive, nós homens somos muito falhos em várias áreas por não percebermos esses ‘detalhes’ muitíssimo importantes. Por isso estamos disponibilizando um E-book gratuito para você descobrir (e evitar) os 10 erros masculinos.

Em resumo, a conversa sobre o planejamento de gastos deve ser uma das primeiras atitudes antes de se tomar alguma decisão. Seja ela casar ou morar junto. Até porque, a geladeira não fica cheia sozinha, e muito menos a internet é gratuita.

Aproveite e → clique aqui ← para ler a matéria sobre os erros financeiros a serem evitados por você e sua parceira.

Tarefas domésticas devem ser divididas

casar ou morar junto

Eu não sei como é a sua relação com as tarefas domésticas. Mas foi-se o tempo em que só a mulher ficava com a responsabilidade doméstica. E os que diziam fazer alguma coisa em prol da casa, usavam a frase: “ajudo minha mulher”.

Apenas ajudar é considerar que ela é a única ou principal responsável, sendo que os dois convivem igualmente sob o mesmo teto e devem, por isso, zelar pelo ambiente. Portanto, não seja um ajudante, seja um parceiro!

Se você não sabe cozinhar, pode lavar a louça. Saber quem vai limpar o banheiro, tirar aquela gordura do fogão, varrer a casa e lavar a roupa da semana também são importantes conversas para acontecer entre vocês.

E foi comprovado: Casais que dividem tarefas domésticas transam mais. Ora, isso é uma questão de lógica, se a mulher não precisa se desgastar com todo o serviço doméstico sozinha, ela fica mais disposta para o sexo. Além disso, a conexão e a parceria do casal é muito mais fortalecida quando trabalham em equipe.

Mas caso tenham condições de pagar uma diarista seja a cada semana ou quinzena, por exemplo, essas obrigações ficam menos estressantes e cansativas em meio à rotina. Nossa dica de ouro é e sempre será: dividam (e planejem!).

A cama: fogo e aconchego

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Dividir a cama todos os dias significa que haverá noites de sexo e outras em que cada um vai querer ver um vídeo ou ler um livro antes de dormir. E está tudo bem, sério. Além do mais, você sabe, há dias em que tudo o que a gente mais quer é deitar e apagar.

Por outro lado, imagine poder dormir de conchinha quando quiser, ou acordar com um cheiro no cangote dado por sua parceira. Sensacional, não?

No fim, relações são isso: convivência. E é mesmo assim: casar ou morar junto e dormir na mesma cama significa viver dias de fogo e loucura e, também, dias de puro aconchego. Ela estará lá por você, você por ela, e tudo ficará bem. Nada mais importa.

Por isso mesmo, nunca leve brigas e discussões para esse local. A cama é a fortaleza do casal, um local seguro. Resolvam todo problema com o diálogo antes de se deitarem.

Meu tempo, seu tempo, nosso tempo

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Você quer que sua individualidade seja respeitada mas também deve respeitar a individualidade da parceira. Se você gosta de jogar bola na quarta-feira, é bem certo que ela tenha algum plano com as amigas. Os dois têm liberdade para isso. E devem conversar para manter um acordo sobre quando vão estar juntos, os dois, para fazer algo de que gostem. Mas também quando estarão em atividades individuais.

A dica é saber equilibrar o momento de realizarem programas juntos e o momento que cada um deve ter um tempo próprio. É preciso ter diálogo e equilíbrio.

Ontem, hoje e amanhã

casar ou morar junto

Vocês podem não ter uma data para isso: casar ou morar junto pode nem mesmo ter sido assunto de suas conversas. O que está tudo bem, pois cada casal tem o seu tempo, a sua história.

Mas algo importante a ser estudado antes de decidir casar ou morar junto é : quais são os seus planos futuros? Será que a sua namorada está no mesmo ritmo?

Afinal, não adianta nada você querer se planejar para fazer um mochilão daqui a alguns anos se ela quiser, na verdade, é engatar um mestrado ou um novo curso, por exemplo. Ou um parceiro sonhar em ter uma casa repleta de filhos enquanto o outro tem pavor de crianças.

Pensar no futuro não significa deixar de viver o presente com alguém. Mas indica o quanto vocês querem se acertar num propósito comum.

Por isso, pense sobre o que você e a gata desejam daqui para frente. Quem sabe casar ou morar junto não seja, realmente, uma boa ideia?

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